Em temporada de 'revolução', Manchester City pode voltar a vencer a Premier League?

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da esoccer bet: Vice-líder da Premier League 2025/26, o Manchester City parece ter reencontrado o caminho da competitividade após a turbulenta temporada anterior. Mesmo vivendo um ano tratado internamente como de “transição”, a equipe comandada por Pep Guardiola ocupa a segunda colocação do campeonato, com 42 pontos em 20 jogos, e se mantém como uma das principais candidatas ao título inglês.

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Os números reforçam o protagonismo: são 13 vitórias, três empates e três derrotas, além do melhor ataque da liga, com 44 gols marcados, e a segunda melhor defesa, com apenas 18 sofridos. Um desempenho que contrasta com o cenário de 2024/25, quando o City sofreu com problemas estruturais, perdeu consistência defensiva e ficou fora da disputa real pelo título.

continua após a publicidadeNot Soccer analisa temporada do Manchester City

Para o analista Gabriel Penteado, do canal “Not Soccer”, a recuperação do City na briga pelo título não era o cenário mais previsível no início da temporada, especialmente diante do protagonismo de Arsenal e Liverpool.

— Não era o palpite mais óbvio no começo da temporada, porque tínhamos Liverpool e Arsenal muito fortes. Agora, também não é algo revolucionário. A expectativa era de um City transformado, o que gerava incerteza e explicava a desconfiança em relação ao título — avaliou, em entrevista ao Lance!.

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Segundo o analista, apesar das mudanças na comissão técnica — com as chegadas de Pepijn Lijnders e Kolo Touré —, o City passou por um processo mais de adaptação do que de ruptura completa.

— O que vimos foi um City adaptado, mas não totalmente revolucionado. Pelo lado positivo, ele mantém muitas das características fortes do time tetracampeão consecutivo, como a retenção da posse e o controle do jogo. Por outro lado, ainda existem ‘calcanhares de Aquiles’, especialmente nas transições defensivas — explicou.

Um dos pontos mais discutidos da temporada é a troca no gol. A chegada de Gianluigi Donnarumma a equipe trouxe ganhos defensivos, mas alterou a dinâmica da saída de bola, antes um dos pilares do modelo de Guardiola com Ederson.

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— Há uma melhora na capacidade de defender, mas o time perde muito na construção. Donnarumma é um goleiro de outro perfil, se propõe a fazer coisas diferentes — analisou Gabriel.

Mesmo assim, o contexto geral da liga favorece o City. Em uma Premier League marcada por maior equilíbrio dos clubes médios e desempenho irregular de alguns gigantes, a equipe de Manchester se mantém competitiva mesmo em transição.

— Em uma temporada que exige um pouco menos para brigar pelo título, faz sentido vermos o City despontando como um candidato muito forte, mesmo sem estar totalmente resolvido — completou.

Haaland cada vez mais dominante

Dentro de campo, o grande motor da campanha segue sendo Erling Haaland. Artilheiro isolado do campeonato, com 19 gols — cinco a mais que o segundo colocado, o brasileiro Igor Thiago, do Brentford —, o norueguês é responsável por 43% dos gols do City na Premier League e, para muitos, o melhor jogador da liga até aqui.

A “surpresa” Rayan Cherki

Outro nome que tem chamado atenção é Rayan Cherki. Em sua temporada de estreia, o francês soma sete assistências e figura entre os líderes do quesito no campeonato, trazendo um estilo de jogo diferente ao elenco de Guardiola, com mais improviso e criatividade no último terço.

Contratado no último ano, o jogador recebeu a camisa 10 do clube, que pertencia anteriormente a Jack Grealish, emprestado ao Everton nesta janela de transferências.

A seis pontos do líder Arsenal, o Manchester City tem a chance de encurtar a distância nesta semana. A equipe enfrenta o Brighton no Etihad Stadium, nesta quarta-feira (7), e torce por um tropeço dos Gunners diante do Liverpool, na quinta-feira (8), para seguir pressionando na corrida pelo título.

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